Mogi das Cruzes/Helbor fecha temporada 2016/2017 com dois títulos e 52 vitórias

A temporada 2016/2017 ficará na história do basquete mogiano. Das três competições disputadas pelo Mogi das Cruzes/Helbor, a equipe conquistou dois títulos: o Paulista e o Sul-Americano. O último de forma invicta. O time também...

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A temporada 2016/2017 ficará na história do basquete mogiano. Das três competições disputadas pelo Mogi das Cruzes/Helbor, a equipe conquistou dois títulos: o Paulista e o Sul-Americano. O último de forma invicta. O time também ganhou o direito de disputar a Liga das Américas mas, por conta do embargo da Fiba (Federação Internacional de Basquete) à CBB (Confederação Brasileira de Basquete), não pôde participar.

O grupo comandado pelo técnico Guerrinha disputou 66 jogos: 24 pelo Campeonato Paulista, nove pela Sul-Americana e 33 pelo NBB (Novo Basquete Brasil). Foram 52 vitórias e 14 derrotas. Um aproveitamento de 79% nas partidas disputadas. O Ginásio Hugo Ramos e a torcida mogiana foram bons aliados no desempenho em casa. A equipe perdeu apenas quatro jogos dentro do Hugão (87% aproveitamento). Jogando longe de Mogi das Cruzes foram 10 derrotas (71%).

“A gente veio para a temporada com o objetivo da conquista do título paulista, que há mais de 20 a cidade não conseguia. Conquistamos o primeiro título internacional da história de Mogi, a Liga Sul-Americana. Fizemos um NBB bom diante das dificuldades que tivemos com contusões na temporada e não tivemos capacidade de passar adiante”, adverte o técnico Guerrinha.

Único atleta na equipe desde a retomada do basquete em Mogi das Cruzes, em 2011, o ala e capitão Guilherme Filipin destaca a luta e o brio desta equipe nas competições que disputou. “Foi uma grande temporada para nós. Dos três campeonatos que disputamos, fomos campeões em dois. Infelizmente não pudemos disputar a Liga das Américas, teríamos grandes chances de chegar às finais também. Temos de enaltecer o time, que conquistou um inédito título sul-americano e um paulista depois de 20 anos. O NBB não acabou como queríamos, mas temos de sair de cabeça em pé.”


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