Pátio da Ciretran em Santa Isabel já recebe carros apreendidos em Arujá: PM prevê ampliar ação contra pancadões

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Os veículos apreendidos pela Polícia Militar em situação irregular, inclusive em eventos de pancadão, já estão sendo encaminhados ao pátio terceirizado da Ciretran de Santa Isabel. Dessa forma, segundo o capitão Rodrigo Fernandes, comandante da 3º Cia de Arujá, uma das maiores dificuldades encontradas na ação de policiamento preventivo veio a ser solucionada já que a cidade de Arujá não oferece pátio e nem o serviço de guincho.Os veículos apreendidos pela Polícia Militar em situação irregular, inclusive em eventos de pancadão, já estão sendo encaminhados ao pátio terceirizado da Ciretran de Santa Isabel.

Dessa forma, segundo o capitão Rodrigo Fernandes, comandante da 3º Cia de Arujá, uma das maiores dificuldades encontradas na ação de policiamento preventivo veio a ser solucionada já que a cidade de Arujá não oferece pátio e nem o serviço de guincho. Já no final de semana, os veículos apreendidos durante operações realizadas foram encaminhados ao município vizinho.

A partir de agora, o trabalho preventivo da PM poderá ser gradualmente ampliado, podendo dar cumprimento à lei 16049, de 2015, que permite que os veículos de som utilizados nos pancadões sejam apreendidos.“Esta parceria veio solucionar dois problemas que era a falta do espaço adequado para o recolhimento dos automóveis e também o serviço de guincho. Era algo que já poderia estar funcionando desde 2015, quando fizemos uma primeira solicitação à Ciretran de Arujá  sem que houvesse uma encaminhamento.

Mas com a chegada do novo diretor, Alfredo França Marinho Neto, no ano passado, houve empenho para a viabilização da parceria, que é perfeitamente legal e que não demandava licitação. Houve boa vontade das duas Ciretrans  e na última sexta-feira tudo foi oficializado, nos permitindo o envio dos primeiros carros apreendidos”, comentou.O capitão mencionou inclusive, que a PM de Arujá entrou com uma ação no Ministério Público local em 2015, para saber o motivo pelo qual não houve andamento no processo para a realização da parceria com a cidade vizinha. “Era algo que já sabíamos que poderia funcionar, mas na época não houve qualquer interesse do órgão estadual local”, disse.

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