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Sabesp apresenta a revisão do Plano de Saneamento Básico

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A revisão do Plano Municipal de Saneamento Básico com metas e estimativas do atendimento e da expansão das redes de água e esgoto entre 2019 e 2042 foi apresentada para autoridades, população e entidades da sociedade civil organizada arujaense pela engenheira Elis Regina Jesus, do Departamento de Planejamento Integrado e Relações Comerciais Leste da Sabesp, em audiência pública na Prefeitura, na terça-feira (21/05).

         O prefeito José Luiz Monteiro, os secretários de Meio Ambiente, Ionara Fernandes, Obras, Ciro Doi, Habitação, José Orlando da Silva, Planejamento, Juvenal Penteado,  e Assistência Social, Maria Luzia Bortone Salles Couto, os vereadores Cris do Barreto, Gabriel dos Santos, Luiz Fernando Alves de Almeida, Paraíba Car e Renato Caroba, além de outros representantes de Secretarias municipais compareceram.

         “Este momento é importante para decidirmos aquilo que queremos para o futuro da cidade e nós trazemos tudo para a discussão com a sociedade porque é preciso saber o que a população quer”, afirmou o prefeito, na abertura da audiência.

         O processo de revisão incluiu diversas etapas como reuniões de trabalho, diagnóstico da situação atual e da caracterização do município, coleta de dados e demandas, definição de área atendível e elaboração da minuta que está disponível para consulta pública. Em última instância, o projeto será encaminhado para apreciação do Legislativo.

         Durante a apresentação, a engenheira demonstrou que existe licitação em andamento para investimento de R$ 67,9 milhões em rede coletora de esgoto nas seguintes localidades: Jardim Real, Jardim Via Dutra, Caputera, Arujá Country Club, Condomínios Arujazinho I, II, III, IV e V. Estima-se ainda mais R$ 25 milhões para obras no Nippon Country Club, Jardim Yamamoto e Colinas Verdes e os Arujazinhos I e II.       Atualmente Arujá coleta 73% de esgoto e 99,9% de água. A estimativa é que a cidade atinja o patamar de 99% de esgoto coletado em 2042.

         “As metas correspondem ao perímetro da área atendível e consideram o cenário atual e o crescimento demográfico”, afirmou Elis Regina.

         “Dadas as características ambientais da cidade (que tem 52% do território em Área de Proteção de Mananciais), existem limitações de ordem legal que impedem a instalação de redes coletoras em determinados locais. A audiência e a consulta ao Plano por parte da população são muito importantes para que tenhamos um documento que atenda as necessidades reais de Arujá”, afirmou a secretária de Meio Ambiente.

         Drenagem

         Na audiência ainda foi apresentado o Plano de Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas, que juntamente com o Plano Municipal de Resíduos Sólidos, já concluído, integra o Plano de Saneamento.

         O Plano de Drenagem prevê a planificação e estruturação do serviço de manutenção periódica da microdrenagem (sarjetas, guias, bocas de lobo, etc) e investimentos como piscinões, que dependem de ações regionais previstas no Plano Diretor de Macrodrenagem da Bacia do Alto Tietê (PDMAT).

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